Notícias

Velocidade de dessecação no manejo de plantas daninhas aumenta janela de plantio

A dessecação pré-plantio, que elimina toda a vegetação existente em uma área, incluindo plantas daninhas e restos de culturas antecessoras, é uma prática indispensável no campo para otimizar o processo de produção no sistema de plantio direto, principalmente quando se trata das culturas de soja, milho e algodão. A técnica permite que o produtor plante a próxima cultura no limpo, evitando a competição por nutrientes, luz e recursos hídricos entre as plantações e as plantas daninhas, proporcionando um ambiente com melhores condições de crescimento e desenvolvimento inicial para a cultura desejada.

Segundo Diego Alonso, especialista de desenvolvimento de produto e mercado da Ourofino Agrociência no Paraná, uma das características mais importantes para a dessecação é a velocidade. “No Brasil, há extensas áreas agrícolas e o produtor precisa de ferramentas que o ajude a realizar essa limpeza do solo antecipada, de maneira ágil e eficiente, garantindo uma maior janela de plantio. Nesse cenário, os herbicidas são as principais ferramentas para otimizar o tempo e, por isso, precisam ser escolhidos e aplicados de maneira mais assertiva possível para auxiliar na produtividade no campo”, explica.

No Brasil, embora o sistema de plantio direto seja unanimidade, a cobertura que antecede o plantio de verão é diversificada devido às características de clima e a variedade de cultivos diversos. Em regiões mais frias, como do sul do Paraná ao Rio Grande do Sul, é comum o plantio de culturas de inverno, como trigo, aveia, cevada e azevem. Por isso, nesses locais a cultura de verão será plantada sobre a resteva da cultura de inverno. Nas demais áreas, é comum o plantio de safrinha, na qual pode-se optar pelo plantio consorciado com alguma cobertura ou não. Há, ainda, as regiões sem cobertura, onde existe um longo intervalo entre cultivos (entressafra), fator que favorece o desenvolvimento de plantas daninhas e dificulta o manejo pré-plantio.

“Independente da cobertura, é fundamental para o êxito da cultura escolher corretamente o momento ideal para a dessecação de manejo. Até mesmo porque neste período, geralmente, as temperaturas baixas são frequentes e a chuva é mais escassa, condições inadequadas para o uso de herbicidas dessecantes. Portanto, o que fará diferença é a escolha de produtos com alta tecnologia”, pontua Diego.

Diante dessa necessidade do campo, a Ourofino Agrociência desenvolveu o Templo®, um o herbicida glifosato premium, com exclusivo sistema tensoativo e tecnologia Duo Sal que oferece segurança e economia no controle de plantas daninhas, além de a solução entregar maior velocidade de penetração, absorção e translocação do ativo. “Isso resulta em melhor performance de controle, maior tolerância às chuvas, sem comprometer a eficácia desde que haja um espaçamento mínimo de 2 horas da pulverização, e maior tolerância à qualidade da água para aplicação”, comenta Roberto Toledo, Gerente de Produtos Herbicidas da Ourofino Agrociência.

“O Templo® foi formulado para proporcionar alta estabilidade de controle, com efeito rápido sobre as plantas daninhas, fator que oferece maior segurança de intervalo para o próximo plantio. Quando aplicado nas grandes áreas rurais, apresenta resultados de dessecação visíveis a partir de três dias, deixando o solo pronto para o plantio da nova cultura sem interferência. A maioria dos produtos só consegue essa performance entre sete e dez dias. Como o produto da Ourofino penetra mais rapidamente e é absorvido em maior quantidade, ele propicia um período de controle maior e, consequentemente, um maior período para o produtor fazer as aplicações sequenciais para plantas daninhas resistentes ou de difícil controle”, conta o especialista de desenvolvimento de produto e mercado.

Para realização da dessecação de uma área, outro fator importante que deve ser observado é a condição climática. O ideal é que o manejo seja feito após o período chuvoso, quando há umidade suficiente para que a planta esteja vigorosa. Assim, o herbicida terá efeito mais rápido. “Apesar de essa ser a recomendação geral para uso dos herbicidas nesse processo, observações realizadas pela equipe técnica da Ourofino apontam que o produto desenvolvido pela empresa possui uma estabilidade e velocidade que se destaca por ter efeito mesmo em condições inadequadas, como em época de seca, mostrando resultados eficientes proporcionado pelo produto”, diz o especialista de desenvolvimento de produto e mercado da companhia.

Ainda de acordo com o especialista, é de conhecimento do produtor rural que também há plantas daninhas resistentes ao manejo com glifosato e, nesse caso, devido à boa sistemicidade e estabilidade do Templo®, o herbicida também acaba auxiliando na eficiência dos demais produtos em misturas para aplicação, por exemplo, na interação com graminicidas e 2,4-D.

“O trabalho ainda precisa do acompanhamento de um profissional, que poderá identificar os desafios específicos da propriedade, além de poder estabelecer um planejamento para melhor produtividade”, reforça Diego.

O Templo® é registrado para as culturas de soja, milho, algodão, café, cana-de-açúcar, citrus, feijão, eucalipto e trigo. A ficha técnica completa do produto pode ser encontrada no site ourofinoagro.com.br.
FONTE: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA